sábado, janeiro 31, 2009
sábado, janeiro 24, 2009
sexta-feira, janeiro 16, 2009
Retrato #2
terça-feira, janeiro 13, 2009
sexta-feira, janeiro 09, 2009
Desenho de modelo #24

Esta é a última série de desenhos de modelo nú que irei mostrar nos próximos tempos. Na próxima segunda-feira vou iniciar um curso de retrato na FBAUL e por isso fico sem disponibilidade para continuar as sessões de desenho com o André Silva. Mas recomendo-as a quem quiser aprender a desenhar ou praticar um pouco mais o corpo humano. Podem encontrar informações aqui.

domingo, janeiro 04, 2009
Fetos
domingo, dezembro 28, 2008
sexta-feira, dezembro 12, 2008
"Conteúdo reprovável" #23

Caríssimos visitantes:
O meu blog foi recentemente reportado como possuidor de "conteúdo reprovável".
Aparentemente, qualquer leitor que fique sensibilizado negativamente com o conteúdo pode carregar num botão com uma bandeirinha na parte de cima do blog e ele passa a ter a mensagem de abertura que vocês leram antes de chegar aqui. O mesmo pode acontecer por engano ou equivoco...
Estou irritada porque além de ter ganho uma antecâmara que espanta visitantes, o blog também fica com limitações em pesquisas em motores de busca associados ao google.
E estou incrédula com o facto de o meu desenho naturalista poder chocar alguém. A mim interessa-me compreender como as coisas estão montadas na natureza, sejam as escamas de uma lagartixa, a estrutura de uma cápsula de sementes ou o corpo humano.
Mas ao mesmo tempo até estou divertida com o inesperado da situação. Será este o ponto de viragem da minha vida? Será o meu futuro a produção de "conteudo reprovável"? :p
Vou tentar escrever para o blogger a ver se consigo que removam a página de aviso mas cheira-me que o esforço será em vão, dado que o blogger é um serviço americano e esses senhores aparentemente não gostam de lidar com a nudez. No pior dos cenários irei transferir o blog para a concorrência, que é coisa que não me apetece. Mas uma coisa é certa: enquanto eu fizer desenhos de modelo nú com qualidade para mostrar, cá os postarei.

Mas vamos ao que interessa. A "produção reprovável" desta semana foi feita com um waterbrush cheio com aguada clara de tinta-da-china (para os contornos) e com aguarela de grafite Artgraf (para as manchas). Esta técnica dá mais luta que as minhas aguadas pré-preparadas das semanas anteriores: leva mais tempo e não faz o que se lhe manda. Em casa tive de dar um toques finais nos desenhos para parecerem mais acabados. Suponho que com um bocadinho mais de treino talvez eu consiga aprender alguns truques para controlar melhor as variações dos cinzas. É que a grafite dificilmente se espanha de uma maneira uniforme e controlável, por isso fica fora de questão fazer artes-finais nesta técnica. Mas as texturas que se criam sobre o papel molhado são muito bonitas e vale a pena explorá-las em estudos mais descontraídos.
sábado, dezembro 06, 2008
Outra bolota

Esta é uma pequeníssima experiência feita com as prendinhas da minha amiga Marisa: um aparo Perry & Cº 120, aguarela de grafite ArtGraf da Viarco e um caderninho liso Serrote (todas à venda na Vida Portuguesa no Chiado).
Foi curioso testar pela primeira vez a ArtGraf. Ao contrário das aguadas de tinta-da-china, cujo pigmento se entranha no papel e já não se consegue retirar com novas pinceladas molhadas, as particulas de grafite ficam à superfície e podem ser arrastadas de um lado para o outro, o que que tem a vantagem de permitir correcções.
sexta-feira, dezembro 05, 2008
terça-feira, dezembro 02, 2008
segunda-feira, dezembro 01, 2008
quarta-feira, novembro 26, 2008
António
terça-feira, novembro 25, 2008
Segunda edição de Uma mão cheia de amoras
Desenho de modelo #20
Estes são os meus últimos desenhos com aguada.
Infelizmente o meu scanner não apanha os cinzas mais claros. Estou a pensar comprar um novo, provavelmente A3. Se alguém me quiser recomendar algum modelo, agradeço.

Como já fiz algumas descobertas até chegar aqui, deixo alguns comentários que podem ser úteis a alguém que pretenda fazer algo semelhante.

O desenho.
Antes de retomar a técnica da aguada fiz uma série de sessões de desenho de modelo a lápis (Graphitint), para ganhar mais prática na avaliação das proporções. O desenho a lápis dá a oportunidade de ir fazendo ajustes e correcções através da sobreposição de linhas cada vez mais precisas, marcadas, decididas. Agora que já me sinto mais à vontade e que já não faço tantos erros de desproporção (cabeças grandes, ombros largos, pernas curtas), voltei à aguada, que não dá margem para grandes arrependimentos.
Economia de tempo.
Estou a fazer desenhos a partir de poses que duram 15 a 20 minutos e nesse tempo tento desenhar todo o corpo sem muito pormenor (estou a trabalhar em A3) e com um apontamento de volumetria e iluminação.
Para conseguir fazer isto no escasso tempo disponível é fundamental que o material ajude e que não empate. Trabalhar com água implica menos tempo a olhar para o modelo (análise) e mais tempo a lidar com o material (misturar tintas, escorrer ou limpar o pincel) e a sintetizar o que se observa. Com o lápis o desenho seria muito mais imediato.
Aqui o meu truque é ter as aguadas prontas a usar, preparadas previamente com o grau de diluição adequado a cada utilização.
Material.
- papel A3 (Bloc para Acuarela Studio de Gvarro), que parece ter cerca de 200g e tem textura fina.
- waterbrush grosso cheio com aguada cinza clara (para desenho de contornos);
- waterbrush grosso cheio com aguada cinza escura (para acabamento de pormenores mais escuros);
- waterbrush fino cheio com tinta-da-china pura (para cabelos ou outros detalhes escuros);
- frasco com aguada cinza clara azulada (foi uma mistura acidental com ecoline azul e que se revelou interessante);
- frasco com aguada cinza média (mais escura);
- frasco com água limpa;
- pincel sintético nº 12 para áreas maiores;
- pincel sintético nº 7 para áreas menores;
- papel absorvente (para limpar e retirar o excesso de água do pincel).
Técnica.
Este é um método de base a que posso fazer ajustes.
1. Contorno.
Começo por desenhar o contorno da figura com o waterbrush cheio com aguada cinza clara.
2. Primeira mancha.
A seguir passo às manchas mais claras e que vão servir de tom de base para quase todo o corpo. Para isto começo por contornar as zonas muito iluminadas com pinceladas de água limpa, às quais ligo uma aguada cinza clara azulada. As pinceladas de água limpa fundem-se com as pinceladas da aguada, criando gradientes do cinza para o branco.
3. Modelação de volumes e sombras.
Depois de ter a camada de base seca, aplico a aguada cinza média, mais escura que a anterior. Para conseguir gradientes vou fundindo a aguada com pinceladas de água limpa.
4. Sombras mais escuras.
Nas zonas mais escuras como as axilas, a púbis e partes entre os dedos das mãos e dos pés, uso o water brush com a aguada cinza escura, que me permite escurecer e trabalhar pormenores.
5. O cabelo.
O cabelo da nossa modelo é escuro, por isso tenho-o trabalhado de forma rápida aplicando a aguada cinza mais escura à qual sobreponho imediatamente uma série de pinceladas pretas (waterbrush fino com tinta-da-china). Como a base está muito molhada o preto espalha-se e cria gradientes.
Infelizmente o meu scanner não apanha os cinzas mais claros. Estou a pensar comprar um novo, provavelmente A3. Se alguém me quiser recomendar algum modelo, agradeço.

Como já fiz algumas descobertas até chegar aqui, deixo alguns comentários que podem ser úteis a alguém que pretenda fazer algo semelhante.

O desenho.
Antes de retomar a técnica da aguada fiz uma série de sessões de desenho de modelo a lápis (Graphitint), para ganhar mais prática na avaliação das proporções. O desenho a lápis dá a oportunidade de ir fazendo ajustes e correcções através da sobreposição de linhas cada vez mais precisas, marcadas, decididas. Agora que já me sinto mais à vontade e que já não faço tantos erros de desproporção (cabeças grandes, ombros largos, pernas curtas), voltei à aguada, que não dá margem para grandes arrependimentos.
Economia de tempo.
Estou a fazer desenhos a partir de poses que duram 15 a 20 minutos e nesse tempo tento desenhar todo o corpo sem muito pormenor (estou a trabalhar em A3) e com um apontamento de volumetria e iluminação.
Para conseguir fazer isto no escasso tempo disponível é fundamental que o material ajude e que não empate. Trabalhar com água implica menos tempo a olhar para o modelo (análise) e mais tempo a lidar com o material (misturar tintas, escorrer ou limpar o pincel) e a sintetizar o que se observa. Com o lápis o desenho seria muito mais imediato.
Aqui o meu truque é ter as aguadas prontas a usar, preparadas previamente com o grau de diluição adequado a cada utilização.
Material.
- papel A3 (Bloc para Acuarela Studio de Gvarro), que parece ter cerca de 200g e tem textura fina.
- waterbrush grosso cheio com aguada cinza clara (para desenho de contornos);
- waterbrush grosso cheio com aguada cinza escura (para acabamento de pormenores mais escuros);
- waterbrush fino cheio com tinta-da-china pura (para cabelos ou outros detalhes escuros);
- frasco com aguada cinza clara azulada (foi uma mistura acidental com ecoline azul e que se revelou interessante);
- frasco com aguada cinza média (mais escura);
- frasco com água limpa;
- pincel sintético nº 12 para áreas maiores;
- pincel sintético nº 7 para áreas menores;
- papel absorvente (para limpar e retirar o excesso de água do pincel).
Técnica.
Este é um método de base a que posso fazer ajustes.
1. Contorno.
Começo por desenhar o contorno da figura com o waterbrush cheio com aguada cinza clara.
2. Primeira mancha.
A seguir passo às manchas mais claras e que vão servir de tom de base para quase todo o corpo. Para isto começo por contornar as zonas muito iluminadas com pinceladas de água limpa, às quais ligo uma aguada cinza clara azulada. As pinceladas de água limpa fundem-se com as pinceladas da aguada, criando gradientes do cinza para o branco.
3. Modelação de volumes e sombras.
Depois de ter a camada de base seca, aplico a aguada cinza média, mais escura que a anterior. Para conseguir gradientes vou fundindo a aguada com pinceladas de água limpa.
4. Sombras mais escuras.
Nas zonas mais escuras como as axilas, a púbis e partes entre os dedos das mãos e dos pés, uso o water brush com a aguada cinza escura, que me permite escurecer e trabalhar pormenores.
5. O cabelo.
O cabelo da nossa modelo é escuro, por isso tenho-o trabalhado de forma rápida aplicando a aguada cinza mais escura à qual sobreponho imediatamente uma série de pinceladas pretas (waterbrush fino com tinta-da-china). Como a base está muito molhada o preto espalha-se e cria gradientes.
quinta-feira, novembro 20, 2008
Passageiros do comboio
sexta-feira, novembro 14, 2008
sexta-feira, novembro 07, 2008
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Comprei um waterbrush fininho e enchi-o com tinta-da-china. Assim posso fazer desenhos a pincel em qualquer lado e em bloquinhos pequenos.


